Como Eu, Advogado Criminalista, Escolheria Um Advogado Criminalista - Wagner Brasil - Advocacia Especializada

Como Eu, Advogado Criminalista, Escolheria Um Advogado Criminalista

Se gostar desse artigo, siga este canal e minhas redes sociais para ter acesso a mais conteúdos sobre Direito Penal e Direito Eleitoral.

Facebook: https://www.facebook.com/wagnerbrasil.adv

Instagram: https://www.instagram.com/wagnerbrasil.adv

Linkedin: https://www.linkedin.com/in/wagner-brasil-1459581bb/

JusBrasil: https://wagnerbrasiladv.jusbrasil.com.br/


Algumas pessoas têm uma certa arrogância de achar que nunca precisarão de um advogado. Eu não sou assim; eu conheço a vida e todo mundo está sujeito a precisar de um advogado, sobretudo, um bom criminalista.

Dessa maneira, se eu estivesse respondendo a um processo criminal – e todo nós estamos sujeitos a isso – escolheria um defensor que tivesse as peculiaridades e atributos que serão explanados abaixo.

É quase que unanimidade no meio jurídico a não recomendação da atuação em causa própria na seara penal, em razão das emoções que permeiam uma acusação e a visão míope que o réu possui por estar envolvido sentimentalmente com o caso. Assim sendo, dissertarei brevemente sobre como eu, advogado criminalista, escolheria um advogado criminalista.

Em primeiro lugar, é necessário buscar um especialista. O processo penal trata de um dos bens mais importante do indivíduo, qual seja, a liberdade. E, por assim ser, é necessário que o acusado esteja amparado por um profissional de gabarito.

É muito comum a comparação – e eu acho bastante interessante – entre a medicina e a advocacia. Quando temos um problema grave de saúde, queremos procurar o melhor médico. E pode observar, este é sempre um especialista. O clínico geral quebra um galho, é interessante para fazer exames de rotinas. Mas quando a doença grave chega, agendamos logo uma consulta com aquele doutor que é conhecedor profundo do problema. E da mesma forma deve ocorrer na busca de um profissional da área penal.

Por “especialista” eu retrato a figura de um profissional que tenha o binômio teoria e prática. É importante que o advogado tenha títulos acadêmicos na esfera de atuação, mas também que tenha uma bagagem prática na área. A combinação conhecimento e experiência resume esse primeiro quesito.

Ainda que assim não fosse, além de especialista, um advogado criminalista diferenciado precisa ter um bom network. E caso eu fosse contratar um, buscaria alguém que tivesse essa característica.

Relacionamentos abrem portas, dão oportunidades, conduzem ao crescimento e geram confiança. Tem um ditado que diz que “águias voam com águias”. Portanto, para medir o quilate de um advogado, observe com quem ele se relaciona.

Os casos criminais são complexos e, por assim serem, os detalhes são os diferenciais na resolução do problema. Por mais especialista que o profissional seja, existem questões que fogem do conhecimento daquele defensor. E isso é completamente normal.

Dou um exemplo: caso de homicídio. Além do conhecimento jurídico, é necessário que o defensor saiba medicina legal, tanatologia forense, criminalística e outras matérias afins. Por mais experiente que o responsável pela defesa seja, sempre haverá um conhecimento técnico específico que ultrapasse a sua cognição.

Nesses casos, o network ajuda muito. Em que pese não saber do assunto, esse especialista conhece quem sabe. É bem verdade que uma boa defesa técnica se faz através de uma banca, de uma equipe multidisciplinar. É nesse sentido que os relacionamentos ajudam.

Além disso, nós somos a média das 5 pessoas com quem convivemos. Por isso, o advogado criminalista que está envolvido com outros grandes profissionais, demonstra que também está em alto nível. Observe com quem esse profissional tem amizade, com quem ele tem contato e verá o quão grande ele é.

Por fim, porém não menos importante, um profissional de ponta precisa ser acessível para os seus clientes.

Ao enfrentar um processo penal, o acusado está fragilizado emocionalmente. Necessita sempre de conversa, de acompanhamento por parte do advogado, até mesmo para não complicar a defesa, sendo, por exemplo, preso preventivamente por destruir uma prova ou tentar fugir.

Dessa forma, um bom advogado precisa estar sempre disponível para o seu cliente. Assim que ele ligar, é indispensável que se atenda a ligação. Pode estar ocorrendo uma prisão, por exemplo.

É óbvio que existem pessoas que confundem o advogado com um profissional da área de psicologia. O defensor não é terapeuta. Não deve aguentar exageros, ligações a todo instante. Afinal, existe trabalho a ser feito. Entretanto, aquela criatura que não fala com o cliente em hipótese alguma, considero que seja um mau profissional. Portanto, não gostaria de ter uma pessoa com essa característica na defesa dos meus direitos.

Inobstante, como parte da disponibilidade, gostaria que meu defensor fizesse um acordo comigo de me manter informado sobre o andamento do processo. Basta uma ligação, um e-mail ou uma mensagem de whatsapp informando o estado do processo e os próximos passos a seguir. A periodicidade poderia ser semanal, quinzenal ou até mesmo mensal. Mas essa prestação de contas é primordial.

Enfim, esses são alguns predicados que eu buscaria em uma pretensa contratação de um advogado criminalista. Peculiaridades outras como honestidade, bom conhecimento da língua portuguesa e coragem nem deveriam precisar de citação, afinal, presume-se que um excelente profissional possua essas características.

Wagner Brasil
Advogado Criminalista e Eleitoral
OAB/SP 366218
(14) 98184-8765

Deixe seu Comentário